Estreia » 9 e 10 de Maio 2025 | Auditório Municipal Augusto Cabrita, Barreiro
E se tudo começasse com um mistério? Será que o que não vemos, não existe?
Um dia desapareceu um ser que cuida das florestas: o Curupira. Ficou a urgência de seguir o seu rasto – pistas e gestos que nos convidam a emaranhar-nos com os rios, as pedras e as plantas. No cruzamento da oralidade e da língua gestual, compomos florestas onde cabem múltiplas formas de sentir, agir e comunicar com o mundo. Encontros inesperados entre corpos, histórias e imaginários.
CURUPIRA TERNURA SELVAGEM é um mergulho numa experiência poética, onde o encantamento e a resistência se entrelaçam.
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Este projeto indaga sobre a questão universal da floresta e a nossa ligação a ela. Partindo do conto de Tatiana Salem Levy (Curupira Pirapora, Ed. Tinta da China, 2012) e a textos do activista indígena Ailton Krenak, acontece um encontro entre Mente de Cão (que trabalha sobre as linguagens do teatro físico) e Baileia (que trabalha a música e o movimento com as infâncias). Investigamos e criamos uma peça sobre a curiosidade, a sabedoria e a ternura pelas múltiplas diversidades que animam estas florestas.
Interessa-nos o encontro com pessoas de várias idades e multiplicidades e, nesse encontro desenvolver uma prática artística que tece o caminho entre técnicas e experiências sensoriais. Trocar e tocar no enriquecimento das nossas realidades. Por isso, ao longo da criação o projecto desenvolve várias oficinas de criação e mediação.
A peça conta com Audiodescrição e interpretação em Língua Gestual Portuguesa.
Apoio à Investigação Quinta da Cruz/CMViseu e Palácio Gama Lobo/CMLoulé
Apoio às Residências Artísticas Estúdios Vítor Córdon, Fundação Calouste Gulbenkian e Teatro Stephens/CMMarinha Grande
Apoio à Contratação Fundação GDA – Programa Arte Sem Barreiras
Este projecto tem o apoio à criação da República Portuguesa – Cultura | DGArtes – Direção Geral das Artes.
Uma co-produção com a Artemrede – Municípios de Almada, Barreiro, Pombal, Torres Vedras, Montijo e Montemor-o-Novo, cofinanciado pelo Fundo de Fomento Cultural da Direção Geral das Artes/Ministério da Cultura – Rep. Portuguesa.