CURUPIRA TERNURA SELVAGEM

Co-Criação: Clara Bevilaqua, Gui Calegari, Ivani Flores, Joana Pupo e Pepa Macua
Encenação e Movimento: Clara Bevilaqua e Pepa Macua
Interpretação: Gui Calegari, Ivani Flores e Joana Pupo
Cenografia e Figurinos: Ana Limpinho
Colaboração Artística: Jhon Douglas
Desenho de Luz: Mafalda Oliveira
Criação Sonora: Gui Calegari
Flauta: Eduardo Marra
Voz off: Fernanda Bevilaqua
Vozes crianças: Lara Lemos de Moraes Cabral e Lisbella Calegari
Produção e Comunicação: Catarina Sobral
Apoio à Produção: Lysandra Domingues
Desenho Gráfico e Ilustração: Eduarda Lima
Fotografia de Processo: Raquel Pimentel
Interpretação LGP no Processo: Carolina Silva, Diana Moura, HandsVoice, Laura Monchique, Miguel Ralha
Audiodescrição: AR Produções
Concepção do Projecto: Catarina Sobral, Clara Bevilaqua e Joana Pupo
Co-Laboração: Baileia e Mente de Cão

60 min > M/6

CURUPIRA TERNURA SELVAGEM

Estreia » 9 e 10 de Maio 2025 | Auditório Municipal Augusto Cabrita, Barreiro

E se tudo começasse com um mistério? Será que o que não vemos, não existe?

Um dia desapareceu um ser que cuida das florestas: o Curupira. Ficou a urgência de seguir o seu rasto – pistas e gestos que nos convidam a emaranhar-nos com os rios, as pedras e as plantas. No cruzamento da oralidade e da língua gestual, compomos florestas onde cabem múltiplas formas de sentir, agir e comunicar com o mundo. Encontros inesperados entre corpos, histórias e imaginários.

CURUPIRA TERNURA SELVAGEM é um mergulho numa experiência poética, onde o encantamento e a resistência se entrelaçam.

* * *

Este projeto indaga sobre a questão universal da floresta e a nossa ligação a ela. Partindo do conto de Tatiana Salem Levy (Curupira Pirapora, Ed. Tinta da China, 2012) e a textos do activista indígena Ailton Krenak, acontece um encontro entre Mente de Cão (que trabalha sobre as linguagens do teatro físico) e Baileia (que trabalha a música e o movimento com as infâncias). Investigamos e criamos uma peça sobre a curiosidade, a sabedoria e a ternura pelas múltiplas diversidades que animam estas florestas.

Interessa-nos o encontro com pessoas de várias idades e multiplicidades e, nesse encontro desenvolver uma prática artística que tece o caminho entre técnicas e experiências sensoriais. Trocar e tocar no enriquecimento das nossas realidades. Por isso, ao longo da criação o projecto desenvolve várias oficinas de criação e mediação.

A peça conta com Audiodescrição e interpretação em Língua Gestual Portuguesa.

 

Apoio à Investigação Quinta da Cruz/CMViseu e Palácio Gama Lobo/CMLoulé
Apoio às Residências Artísticas Estúdios Vítor Córdon, Fundação Calouste Gulbenkian e Teatro Stephens/CMMarinha Grande
Apoio à Contratação Fundação GDA – Programa Arte Sem Barreiras

Este projecto tem o apoio à criação da República Portuguesa – Cultura | DGArtes – Direção Geral das Artes.

Uma co-produção com a Artemrede – Municípios de Almada, Barreiro, Pombal, Torres Vedras, Montijo e Montemor-o-Novo, cofinanciado pelo Fundo de Fomento Cultural da Direção Geral das Artes/Ministério da Cultura – Rep. Portuguesa.

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Imagens do Espectáculo

© Raquel Pimentel

Destaques da Criação

CHAMADA ABERTA | OPEN CALL

Work in Progress | Novembro ’24

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